engel gedichte rilke

Weißt du’s noch nicht? Duas velhas bacias sobrepondo suas bordas de mármore redondo. O und die Nacht, die Nacht, wenn der Wind voller Weltraum uns am Angesicht zehrt -, wem bliebe sie nicht, die ersehnte, sanft enttäuschende, welche dem einzelnen Herzen mühsam bevorsteht. E quando, enfim, se arredondou, oval, na plenitude de sua alegria, dentro da mesma casca que o encobria volveu ao centro original. – Auf einmal sind die Seiten überschienen, und statt der bangen Wortverworrenheit steht: Abend, Abend … überall auf ihnen; ich schau noch nicht hinaus, und doch zerreißen die langen Zeilen, und die Worte rollen von ihren Fäden fort, wohin sie wollen … Da weiß ich es: über den übervollen glänzenden Gärten sind die Himmel weit; die Sonne hat noch einmal kommen sollen. Coisas e anjos de Rilke. die mein heißer Mund nicht finden kann… – Rainer Maria Rilke, em “Carta nº 7′ – Cartas a um jovem poeta.” [tradução Paulo Rónai]. – Rainer Maria Rilke, em “O livro de imagens”(Paris, 12.6.1906). E eles reconheceram o deus ágil que, imbuído da missão, ali restava, implacável. [tradução Paulo Plínio Abreu em colaboração com o antropólogo alemão Peter Paul Hilbert]. – Rainer Maria Rilke, in “Das Buch der Bilder” (1902). Gedichte 1910 bis 1926. Sem paz, sem amor, sem teto, caminho pela vida afora. – Rainer Maria Rilke, im “Neue Gedichte I” (1907). Pois que é o Belo senão o grau do Terrível que ainda suportamos e que admiramos porque, impassível, desdenha destruir-nos? Allein: was soll ich mit meinem Munde? Há especiarias na memória boreal e a tua mente. Torso arcaico de Apolo Não conhecemos a sua cabeça inaudita Onde as pupilas amadureciam. Und endlich mach ich noch mein Gesicht mit beiden Augen zu; wie’s dann in der Hand liegt mit seinem Gewicht sieht es fast aus wie Ruh. Insone, via-se Mastim, Orelhas, Buscando-se nas So(m)bras do seu Sangue. E parece que abarca todo o céu: a primeira estrela é como a última casa. o deus das rotas, com olhar tristonho, volver-se, mudo, e acompanhar o vulto que retornava pela mesma via, o andar tolhido pelas longas vestes, incerto, tímido, sem pressa. Aus ihnen kommt mir Wissen, daß ich Raum zu einem zweiten zeitlos breiten Leben habe. “. São Paulo: Perspectiva, 2013, p. 130-131. O poeta Já te despedes de mim, Hora. In: CAMPOS, Augusto de (organização e tradução). Aber plötzlich sah mitten im Sprechen einer von den Gästen den jungen Hausherrn oben an dem Tische wie in die Höh gerissen, nicht mehr liegend, und überall und mit dem ganzen Wesen ein Fremdes spiegelnd, das ihn furchtbar ansprach. mit meiner Nacht? Os meus olhos, muito abertos, pousaram em ti; e prendem-te docemente e libertam-te quando algo se move na escuridão. E todo o Meio da noite distendia-se, disposto a vê-la, Medo, e a envolvê-la, Anseio. de entender o vulcão que ele trazia, feliz, mesmerizado, no seu peito, mas a montanha de perfil perfeito não lhe quis revelar sua magia: doando-se do ar de cada dia, mil vezes, cada noite cintilante abandonando, como sem valia; cada imagem imersa num instante, em cada forma a forma transformada, indiferente, distante, modesta —, sabendo, como uma visão, do nada, acontecer atrás de cada fresta. In: CAMPOS, Augusto de (organização e tradução). in “Neue gedichte – II” (1908). A sua face, antes intensa, pálida negação no leito frio, desde que o mundo, e tudo o que é presença, dos seus sentidos já vazio, se recolheu à Era da Indiferença. Ninguém que morre o disse mais. – Rainer Maria Rilke (1906), in “Neue gedichte – I” (1907). São Paulo: Perspectiva, 2007, p. 44-45. Der einsame Wie einer, der auf fremden Meeren fuhr, so bin ich bei den ewig Einheimischen; die vollen Tage stehn auf ihren Tischen, mir aber ist die Ferne voll Figur. São Paulo: Perspectiva, 2013, p. 292-293. – Rainer Maria Rilke (Paris, Mitte August 1907). Arroja o vácuo aprisionado em teus braços para os espaços que respiramos — talvez os pássaros sentirão o ar mais dilatado, num vôo mais comovido. Cotia, SP: Ateliê Editorial; Campinas, SP: Editora da Unicamp, 2004, p. 257. In mir ist ein endloses Schrein, und ich weiss nicht, schreit mir mein Herz oder meine Gedärme. Súbito, estou como entre alheios, e em algo que me ultrapassa a solidão se muda em mim, quando, do alto dos meus seios, meus sentimentos clamam por asas ou por um fim. – Rainer Maria Rilke, in “Das Buch der Bilder” (1902). in “Neue gedichte – I” (1907). – Rainer Maria Rilke, em “Novos Poemas – I” (1907). In: CAMPOS, Augusto de (organização e tradução). Rainer Maria Rilke “. Servos, seus Braços, Meninice, Fizeram enlear no Corpo augusto, De Bruços. § O homem que contempla Vejo que as tempestades vêm aí pelas árvores que, à medida que os dias se tomam mornos, batem nas minhas janelas assustadas e ouço as distâncias dizerem coisas que não sei suportar sem um amigo, que não posso amar sem uma irmã. – Rainer Maria Rilke, em “Novos poemas I”. Coisas e anjos de Rilke. Jazem assim, acúmulo de coisas, coisas preciosas, pedras, jóias, jogos, bagatelas (caidas sobre elas) no escuro, como se o leito de um rio. Sombras das coisas, como numa folha, nele se riscam sem que ele as acolha: só sensações de tato, como sondas, captam o mundo em diminutas ondas: serenidade; resistência – como se à espera de escolher alguém, atento, ele soergue, quase em reverência, a mão, como num casamento. Der Nachmittag macht müde; sie atmete verwirrt ihr frisches Kleid und legte in die triftige Etüde die Ungeduld nach einer Wirklichkeit. – Rainer Maria Rilke, in “Das Buch der Bilder” (1902). in der du stirbst. Sie war in sich. Ach, sie verdecken sich nur mit einander ihr Los. O inominado e o anônimo, no entanto, como os consegues nomear? De longe, passando junto aos túmulos, da vertente do Apenino trazem-te a tua fala, que então pelo negro envelhecer do queixo. er mühsam aufsah: alles auf sich hebend, was unten in dem Buche sich verhielt, mit Augen, welche, statt zu nehmen, gebend anstießen an die fertig-volle Welt: wie stille Kinder, die allein gespielt, auf einmal das Vorhandene erfahren; doch seine Züge, die geordnet waren. – Rainer Maria Rilke, im “Die Sonette an Orpheus, Zweiter Teil”. Und unten geht noch ein fremder Mann und stört einen fremden Hund. (…). São Paulo: Perspectiva, 2013, p. 114-115. Depois nada mais foi vermelho. Pontes sobre o vazio e o lago imenso, cinza, cego, que sobre o fundo jaz, distante, como um céu de chuva sobre uma paisagem.

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